

sex., 26 de jun.
|Japan House
Visita na Japan House e no CCCB - Exposições SHIRO e SOPRO DO MAR
Visita coletiva nas Exposições "Shiro" no Japan House e "Sopro do Mar" no Centro Cultural Coreano no Brasil, seguida de Roda de Conversa sobre como esta experiência inspira a Jornada Costurando o Tempo.
Inscrições encerradas em 25 de jun. de 2026, 23:50 BRT
Horário e local
26 de jun. de 2026, 10:00 – 12:00 BRT
Japan House, Av. Paulista, 52 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-000, Brasil
Sobre o evento
Faremos visitas coletivas em DUAS Exposições, que estão fisicamente muito próximas:
"SHIRO" no Japan House (Av Paulista 52)
"SOPRO DO MAR" no Centro Cultural Coreano no Brasil (Av Paulista 460)
Após as visitas, realizaremos uma Roda de Conversa sobre como esta experiência estética inspirará a edição 2026 da Jornada Costurando o Tempo.
Todes são bem vindes a participar desta atividade gratuita.
(tanto as exposições no Japan House, como no CCCB, como a nossa atividade de Roda de Conversa no final, são gratuitas!)
Após a visita, a Roda de Conversa será mediada pela artista têxtil Fabiana Sakihara, da Maipeesu, e pela psicanalista Débora Andrade, do Projeto Instigar.
Débora Andrade é psicanalista e supervisora clínica. Idealizadora e gestora do Projeto Instigar. Participa do coletivo Por Um Viver Mais Criativo. Fez formação em Psicanálise no CEP, aperfeiçoamento em Psicopatologia Psicanalítica e Clínica Contemporânea no Instituto Sedes Sapientiae, e especialização em Administração de Empresas na FGV.
Fabiana Sakihara é designer de moda, artista têxtil e arte-educadora. Em seu projeto Maipeesu (pessoas que fazem as coisas no seu próprio ritmo, em japonês), trabalha o têxtil como ferramenta de expressão, comunicação e conexão.
Vamos?
SOBRE A EXPOSIÇÃO SHIRO
Citamos aqui parte da descrição curatorial do Japan House sobre esta exposição:
"A exposição, que conta com curadoria da diretora cultural da instituição, Natasha Barzaghi Geenen, aborda a cor branca apresentando suas nuances e simbologias por meio de quatro elementos: a neve, o papel, a seda e o sal.
A simbologia da cor branca na cultura japonesa
No Japão, existe uma cultura cromática única – conhecida como Nihon no dentōshoku (ou cores tradicionais do Japão, em tradução livre) – e dentre essas cores, o branco envolve a sensibilidade dos japoneses, refletindo diversas percepções evocadas no imaginário como paz, purificação, leveza, silêncio e até precisão.
E é o branco – ou shiro, em japonês – que assume o papel de fio condutor da exposição.
Fonte: site do Joapan House
Créditos: imagem publicada no site do Japan House.
SOBRE A EXPOSIÇÃO SOPRO DO MAR
Citamos aqui parte da descrição curatorial do Centro Cultural Coreano no Brasil sobre esta exposição:
A exposição celebra o legado das mergulhadoras da Ilha de Jeju, destacando sua relevância como um pilar da identidade coreana e como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, título concedido pela UNESCO em 2016.
Quem são as Jeju Haenyeo?
Com um nome que significa “mulheres do mar” em coreano, Jeju Haenyeo se refere a grupos de mulheres mergulhadoras da ilha de Jeju, famosas por explorar as riquezas dos oceanos sem o auxílio de cilindros de oxigênio. Apoiando-se em seu conhecimento centenário e em uma técnica de respiração singular, elas extraem o seu sustento e de suas famílias dos mares da Ilha de Jeju, na Coreia do Sul, preservando o ecossistema marinho por meio de um sistema de colheita sustentável.
O que realmente as distingue as Jeju Haenyeo, porém, é sua cultura única, baseada em coletividade, solidariedade e cuidado mútuo. Em alto-mar, as mergulhadoras apoiam-se mutuamente: protegem a vida umas das outras, dividem os frutos do trabalho e instruem as novas gerações. Dos espaços comunitários, como o bulteok e o bangsatap, ao eco inconfundível do sumbisori, a essência dessa irmandade é clara.
Fonte: site do Centro Cultural Coreano no Brasil
Créditos: imagem publicada no site do Centro Cultural Coreano no Brasil
SOBRE A JORNADA COSTURANDO O TEMPO
A Jornada Costurando o Tempo é um espaço para exercitar o estado de presença, a partir do qual, seja possível perceber afetos, nomear incômodos e narrar experiências. Um espaço de acolhimento e cuidado, através do bordado livre e da escuta psicanalítica. Um espaço confidencial e seguro para ser escutada(o/e) pelo grupo, sem julgamentos, e também para escutar empaticamente as pessoas participantes. Enquanto cada participante se envolve em suas manualidades, conversamos sobre os afetos que transitam e que se despertam.
Inscrições encerradas em 25 de jun. de 2026, 23:50 BRT

